quarta-feira, 4 de junho de 2014

ARTE & INCLUSÃO


A importância da construção de 
uma sociedade no qual todos
 tenham acesso às mesmas oportunidades,

 em diferentes âmbitos: 

 A arte é  um valioso agente 
de inclusão social



A Arte permite às estas pessoas demonstrarem que, apesar de suas limitações possuem 
habilidades, sentimentos, desejos e opiniões, como qualquer outra pessoa, ou seja, a arte 
capacita o homem a compreender a realidade e ajuda-o a transformá-la, aumentando-lhe a 
determinação de torná-la mais humana e mais hospitaleira para a humanidade (Fischer, 1981, 
apud Martins, 2000, p. 13).

https://www.youtube.com/watch?v=E8umFV69fNg

quinta-feira, 27 de março de 2014

ARTE CURA

 ... Renova, expande percepções, traz alegria e 
fortalecimento da auto-estima!



Não há idade e nem sexo para entrar 
em contato com a ARTE!



http://nytsyn.br.msn.com/estilodevida/os-idosos-ganham-novas-perspectivas-com-a-arte#scpshrjwfbs




quarta-feira, 19 de março de 2014

QUIROLOGIA : APRENDA A LER AS LINHAS DA SUA MÃO


MÓDULO II : QUIROMANCIA 

Enfoque na análise das linhas principais, com seus respectivos percursos  -  acontecimentos passados,  presentes e futuros 

quarta-feira, 5 de março de 2014

LEITURA DE MÃOS - YOUTUBE



                                                                   http://youtu.be/N7QIky7QpZM


QUIROLOGIA - CRIANÇA FERIDA



UNHAS MUITO CURTAS ?
MONTE DE SATURNO ALTO?

São pistas...


      Quem não se sentiu valorizado quando criança, terá dificuldades de acolher a existência dessa criança dentro de si. Quando o Adulto e a Criança estão desconectados por não terem se sentido amados o suficiente, machucados, a sensação é de conflito, vazio e depressão, que podem desencadear uma baixa auto-estima.


       Por medo de estar errado ou  ser criticado, o indivíduo, torna-se perfeccionista .
       Esta desconexão interna entre o Adulto e a Criança , que também acarreta o sentimento de solidão , pode levá-la a desenvolver vícios com o intuito de preencher o vazio existencial. 


        Estes "Sintomas" se imprimem nas mãos em forma de unhas curtas, dedo de Júpiter (indicador) pequeno e monte de Saturno alto (cheio), algumas vezes potencializado pela vermelhidão


MARCIA TAVARES - Constelação Familiar, Coaching, Arteterapia e Terapia Floral
Email: marciaotavares@gmail.com
Cel.: (021) 97604-3523 / 99454-6965



terça-feira, 4 de março de 2014

CONSTELAÇÃO FAMILIAR COM BONECOS

        Na Constelação Familiar individual, que pode se dar no consultório ou On-Line, o processo ocorre através de uma sinergia entre terapeuta e cliente,  facilitado pela utilização de Totens, Bonecos, Cristais, Papéis e/ou Visualizações.


        Os objetos auxiliam o acesso ao campo morfogenético,facilitando a elaboração do tema abordado, propiciando que seja alcançada a compreensão e uma imagem significativa, para o alcance da solução da questão. 


      A vivência da imagem de solução obtida provoca um alívio na pessoa constelada. Experiências que levam a mudanças graduais e progressivas na vida do cliente.


Email: marciaotavares@gmail.com

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

FINITUDE - MOMENTOS DE TRANSIÇÃO

TODO FILHO É PAI DA MORTE DE SEU PAI



" Há uma quebra na história familiar onde as idades se acumulam e se sobrepõem e a ordem natural não tem sentido: é quando o filho se torna pai de seu pai.

É quando o pai envelhece e começa a trotear como se estivesse dentro de uma névoa. Lento, devagar, impreciso.

É quando aquele pai que segurava com força nossa mão já não tem como se levantar sozinho. É quando aquele pai, outrora firme e instransponível, enfraquece de vez e demora o dobro da respiração para sair de seu lugar.

É quando aquele pai, que antigamente mandava e ordenava, hoje só suspira, só geme, só procura onde é a porta e onde é a janela - tudo é corredor, tudo é longe.

É quando aquele pai, antes disposto e trabalhador, fracassa ao tirar sua própria roupa e não lembrará de seus remédios.

E nós, como filhos, não faremos outra coisa senão trocar de papel e aceitar que somos responsáveis por aquela vida. Aquela vida que nos gerou depende de nossa vida para morrer em paz.

Todo filho é pai da morte de seu pai.

Ou, quem sabe, a velhice do pai e da mãe seja curiosamente nossa última gravidez. Nosso último ensinamento. Fase para devolver os cuidados que nos foram confiados ao longo de décadas, de retribuir o amor com a amizade da escolta.

E assim como mudamos a casa para atender nossos bebês, tapando tomadas e colocando cercadinhos, vamos alterar a rotina dos móveis para criar os nossos pais.

Uma das primeiras transformações acontece no banheiro.

Seremos pais de nossos pais na hora de pôr uma barra no box do chuveiro.

A barra é emblemática. A barra é simbólica. A barra é inaugurar um cotovelo das águas.

Porque o chuveiro, simples e refrescante, agora é um temporal para os pés idosos de nossos protetores. Não podemos abandoná-los em nenhum momento, inventaremos nossos braços nas paredes.

A casa de quem cuida dos pais tem braços dos filhos pelas paredes. Nossos braços estarão espalhados, sob a forma de corrimões.

Pois envelhecer é andar de mãos dadas com os objetos, envelhecer é subir escada mesmo sem degraus.

Seremos estranhos em nossa residência. Observaremos cada detalhe com pavor e desconhecimento, com dúvida e preocupação. Seremos arquitetos, decoradores, engenheiros frustrados. Como não previmos que os pais adoecem e precisariam da gente?

Nos arrependeremos dos sofás, das estátuas e do acesso caracol, nos arrependeremos de cada obstáculo e tapete.

E feliz do filho que é pai de seu pai antes da morte, e triste do filho que aparece somente no enterro e não se despede um pouco por dia.

Meu amigo José Klein acompanhou o pai até seus derradeiros minutos.

No hospital, a enfermeira fazia a manobra da cama para a maca, buscando repor os lençóis, quando Zé gritou de sua cadeira:e

— Deixa que eu ajudo.

Reuniu suas forças e pegou pela primeira vez seu pai no colo.

Colocou o rosto de seu pai contra seu peito.

Ajeitou em seus ombros o pai consumido pelo câncer: pequeno, enrugado, frágil, tremendo.

Ficou segurando um bom tempo, um tempo equivalente à sua infância, um tempo equivalente à sua adolescência, um bom tempo, um tempo interminável.

Embalou o pai de um lado para o outro.

Aninhou o pai.

Acalmou o pai.

E apenas dizia, sussurrado:

— Estou aqui, estou aqui, pai!

O que um pai quer apenas ouvir no fim de sua vida é que seu filho está ali. "




(autor desconhecido - compartilhado por Elodia Roman)